GRUPALIDADE
Ninguém nasceu para viver sozinho.
Prova disso é que no nosso dia-a-dia temos inúmeras oportunidades de relacionamentos: com os amigos, colegas de escola, familiares, grupos de estudos, colegas de trabalho, vizinhos, etc...
“Grupalidade pode ser definida como propriedade de grupo, grupal, ou ainda, o exercício da vivência em um grupo. O termo “grupo”, segundo o dicionário Aurélio, refere-se a uma reunião de coisas ou pessoas que formam um todo, ligadas para um fim comum.
A identidade de um grupo é fundamental para a criação de um holopensene coeso e sustentável.
O conceito conscienciológico teórico de “mini-peça de um maximecanismo”, só poderá ser compreendido em sentido macro (multidimensional), se vivenciado em sentido micro, isto é, na convivência harmônica e sinergética com um grupo evolutivo. A maior dificuldade encontrada para a realização de uma proéxis coletiva grupal encontra-se na relativa falta de visão de conjunto dos componentes do grupo (hiperacuidade consciencial).”(Ryon Braga – Informativo CEPEC – Ano 1- nº 1 – Junho/Julho 99 – pág.3 –“Grupalidade e Instituições Conscienciocêntricas”.
Didaticamente, podemos classificar as grupalidades em:
a) Grupalidade intrafísica: somos nós, ressomados.
b) Grupalidade extrafísica: é aquela que está fora, além do estado intrafísico.
c) Grupalidade lúcida: são os nossos “amparadores”. Existem os amparadores intrafísicos e extrafísicos. São consciências que já conviveram conosco e às quais nos ligamos por uma energia evolutiva.
d) Grupalidade não-lúcida: são os assediadores. Também podem ser intrafísicos e extrafísicos. São consciências às quais “devemos” uma energia evolutiva.
e) Grupalidade cármica: é aquela que está ligada a nós pela energia gerada num relacionamento que pode ser desta seriéx ou outra. Normalmente o grupocarma é formado por consciências que têm algumas informações para trabalhar juntos, promovendo uma reurbanização (limpeza, reciclagem) pessoal e grupal. O conhecimento, a compreensão do carma, alivia bastante o peso do mesmo. O carma pode então transformar-se em propósito de vida.
f) Grupalidade evolutiva: é a reunião de consciências, mais ou menos lúcidas, que evoluem juntas conforme a afinidade de suas emoções, idéias e atos.
Obs: Essa classificação das grupalidades é apenas didática, pois, na realidade, todos os relacionamentos grupais levam à evolução, seja pelo amor, pela dor, ou pela consciencialidade.“Toda consciência tem seu grupo de evolução. Este grupo é composto por milhões de consciências em faixas evolutivas e dimensões diferentes, em crescimento constante. Este planeta Terra apresenta milhares de grupos evolutivos compondo as suas populações físicas e extrafísicas. Quando dispomos de lucidez, no período da intermissão, estabalecemos, com relativa liberdade, os projetos para o nosso futuro. Nestes projetos estão incluídos os anteprojetos para a vida humana próxima. Qual o seu grupo evolutivo fundamental? Quais são os seus maiores amigos e companheiros de evolução? O círculo de afinidades mais íntimas não é apenas aquele composto pelas personalidades que estruturam nossa família humana. Basta lembrar a suposição de que para cada um de nós existam 9 consciências extrafísicas, para concluirmos que conhecemos na vida humana somente pequena parcela de nosso grupo evolutivo. As vivências extrafísicas demonstram que vivemos, em nossa condição evolutiva atual, para servirmos uns aos outros, ou assistirmo-nos mutuamente”. (Nossa Evolução – Waldo Vieira)[1] Material extraído de uma aula do curso de Cidadania Multidimensional.
Evolutividade[1]: Dentro da convivialidade de um grupo evolutivo forma-se um ambiente – MODICON. O esforço individual gera pensenes que evocam e ajudam a emergir conteúdos da holomemória ,como intuições e idéias do curso intermissivo, promovendo recuperação de cons e catarse do passado grupal. O grupo evolutivo tem como objetivos:
- Atuar na otimização da produção individual redirecionando para uma produção grupal. - Aumentar a dinâmica evolutiva do grupo.
- Desenvolver mecanismos inteligentes evolutivos (auto-organização, disciplina, etc...).
- Favorecer a religação com a procedência extrafísica de cada um.
- Facilitar a realização da proéxis individual e coletiva e incentivar a geração de gestações conscienciais. - Permitir a ampliação da vivência interdimensional através do intercâmbio intrafísico e extrafísico .
- Criação de um ambiente que permita a manifestação pensência individual sem hipocrisias, máscaras ou mecanismos de defesa, possibilitando a percepção crítica das energias conscienciais (parapsiquismo).
- Facilitar a superação do restringimento intrafísico e acordar para a realidade consciencial evolutiva.
- Colaborar na formação de atributos conscienciais para um futuro epicentro consciencial.
Nosso comportamento dentro de um grupo evolutivo deve ter como base a Cosmoética. O grupo deve estar unido pelos TRAFORES. O TRAFAR é problema de cada um. Tanto a grupalidade lúcida, como a não lúcida, seja intra ou extrafísica, está ligada a nós pelo nosso PENSENE. É importante estar sempre dentro do grupo evolutivo, e atentos às novidades da Consciencialidade, mas não esquecer os “resgates”. Existe o grupo maior que funciona mais e primeiramente no extrafísico. O ideal é que haja também o intercâmbio entre os grupos intrafísicos. Os trafores indispensáveis à vivência da grupalidade são: paciência, tolerância, humildade e benevolência. Numa proéxis grupal, cada um coloca à disposição do grupo o seu megatrafor e, ao mesmo tempo, consegue trabalhar melhor os seus trafares, por causa da sustentabilidade do grupo. Quando uma pessoa sai do grupo, normalmente é porque ela não conseguiu trabalhar alguns trafares e também pode ter havido falha do grupo no que diz respeito a sustentabilidade.
Exercício (autopesquisa):
- O que eu estou fazendo para contribuir , dinamizar, otimizar a evolução dos meus grupos evolutivos intra e extrafisicamente?
- Quais os TRAFARES impeditivos e quais os TRAFORES usados por mim dentro dos meus grupos evolutivos? Obs: exemplos de grupos evolutivos – amigos, colegas de escola, família, relacionamento coletivo, colegas de trabalho. Silvia Taffarello Del Roy
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